O quarto e último mês dos “Novos Olhares” traz algumas seleções de autores que fugiam, também, às regras que tinham sido impostas para a programação do Ciclo: realizadores nascidos depois de 1974 e com mais do que uma obra exibida no currículo. Aqui, alargamos o espectro de seleção e reunimos novíssimos autores com outros ainda, de percurso mais alargado, e que têm marcado, tanto num lado como noutro, as novas imagens do cinema português. Já a 1 de junho, às 18h30, faremos o terceiro debate com o público e os realizadores de filmes apresentados em maio. A 3 de julho, encerramos os encontros do Ciclo com o quarto e último debate, também às 18h30, desta vez com os autores apresentados ainda este mês. Ambos os debates terão lugar na Sala Luís de Pina.


Sala Luís de Pina | Qui. [1] 18:30

DEBATE

Terceiro dos debates mensais com a presença de autores de filmes exibidos no Ciclo. No primeiro dia de junho conversamos com autores dos filmes apresentados em maio, a quem são propostas intervenções sobre temas que têm sido recorrentes desde o início da mostra – perspetiva sore o seu percurso individual, perceção (ou não) de integração num percurso coletivo, leituras transversais dos filmes exibidos, questões relativas ao contexto de criação… No final, a conversa é aberta a todos os presentes.


Sala M. Félix Ribeiro | Sex. [2] 19:00

COMBOIO

de Isabel Dias Martins
Portugal, 2010 – 43 min

VOLTA À TERRA

de João Pedro Plácido
com Daniel Xavier Pereira, António Guimarães, Daniela Barroso, Uzenses
Suíça, França, Portugal, 2014 – 78 min

duração total da projeção: 121 min | M/12

VOLTA À TERRA

VOLTA À TERRA foi uma das mais belas surpresas da distribuição comercial portuguesa dos últimos anos: uma obra única (a primeira e a última na sua carreira, segundo o realizador que é, também, diretor de fotografia de várias obras no cinema português) sobre uma aldeia minhota onde se vivem os últimos vestígios de uma vida ancestral assente na agricultura e na pastorícia. Nela, a vida de um emigrante que regressa às origens junta-se à de um pastor que procura o amor da sua vida (Melhor Longa Portuguesa no doclisboa 2014). A abrir a sessão, COMBOIO, de Isabel Dias Martins, olha para as pontes entre dois países através da viagem do comboio Sud-Express. Primeiras exibições na Cinemateca.


Sala M. Félix Ribeiro | Seg. [5] 19:00

A CAÇA REVOLUÇÕES

de Margarida Rego
Portugal, 2014 – 11 min

METÁFORA OU A TRISTEZA VIRADA DO AVESSO

de Catarina Vasconcelos
Portugal, 2014 – 32 min

LINHA VERMELHA

de José Filipe Costa
Portugal, 2011 – 80 min

duração total da projeção: 123 min | M/14

LINHA VERMELHA

Uma sessão dedicada ao 25 de Abril e aos efeitos da revolução na vida de quem a viveu e, também, de quem viveu por ela através dos seus antepassados. A CAÇA REVOLUÇÕES é um ensaio experimental sobre quem busca os vestígios da revolução no presente, enquanto que METÁFORA OU A TRISTEZA VIRADA DO AVESSO (primeira exibição na Cinemateca), de Catarina Vasconcelos, lança-se num movimento semelhante pela herança familiar e os caminhos de quem lhe deu vida. LINHA VERMELHA, de José Filipe Costa, recupera um dos acontecimentos mais marcantes na história da revolução: a ocupação da herdade de Torre Bela (Melhor Longa Portuguesa no IndieLisboa 2011).


Sala M. Félix Ribeiro | Ter. [6] 19:00

SUPERFÍCIE

de Rui Xavier
com Ângelo Torres, José Mendes, Marcello Urgeghe, Paca
Portugal, 2007 – 14 min

OUTONO

de Marco Amaral
com Elsa Pinto, Tiago Cardoso
Portugal, 2014 – 11 min

PAUL

de Marcelo Felix
com Alice Medeiros, Rómulo Ferreira, Crista Alfaiate, Mafalda Lencastre, Dimitris Mostrous
Portugal, 2014 – 71 min

duração total da projeção: 96 min | M/14

PAUL

Experiências sensoriais reunidas numa sessão: SUPERFÍCIE, de Rui Xavier, é uma ficção focada na experiência de um homem dentro da imensidão do mar, tal como num mundo desconhecido, enquanto que OUTONO, do realizador e colorista Marco Amaral, segue os percursos de um jovem rapaz na paisagem outonal de caminhos desconhecidos. A fechar, PAUL, de Marcelo Felix, é uma viagem sensorial pela perceção de uma tradutora de um filme sobre a realidade e ficção da história em que mergulha.


Sala M. Félix Ribeiro | Qua. [7] 19:00

NÃO SÃO FAVAS, SÃO FEIJOCAS

de Tânia Dinis
Portugal, 2013 – 10 min

PASSANDO À DE ZÉ MAROVAS

de Aurora Ribeiro
Portugal, 2009 – 30 min

NO JARDIM DO MUNDO

de Maya Rosa
Portugal, 2004 – 67 min

duração total da projeção: 107 min | M/12

PASSANDO À DE ZÉ MAROVAS

NÃO SÃO FAVAS, SÃO FEIJOCAS (primeira exibição na Cinemateca) é o resultado do encontro e da diferença geracional (e de geografias) entre o mundo de uma neta (a realizadora Tânia Dinis) e a sua avó. PASSANDO À DE ZÉ MAROVAS, de Aurora Ribeiro, traz-nos a loja de Redondo que perdeu os seus clientes com a chegada da autoestrada a Portugal, enquanto que NO JARDIM DO MUNDO, de Maya Rosa, recorda-nos as condições de vida, as mudanças políticas, e a passagem do tempo na planície alentejana desde o tempo da ditadura.


Sala M. Félix Ribeiro | Qui. [8] 19:00

A FESTA

de Joana Cunha Ferreira
Portugal, 2006 – 48 min

8816 VERSOS

de Sofia Marques
com António Fonseca
Portugal, 2013 – 78 min

duração total da projeção: 126 min | M/12

8816 VERSOS

Joana Cunha Ferreira, nome recorrente no trabalho do jovem cinema português, realizou, em A FESTA, um olhar sobre o evento anual e os festejos na cidade de Ajudá, no Benim, a dia 4 de outubro, em honra do traficante de escravos Francisco Félix de Sousa. 8816 VERSOS de Sofia Marques lança-se, por sua vez, no trabalho do ator António Fonseca em decorar integralmente os versos de Os Lusíadas de Luís de Camões (declamados no quadro de Guimarães Capital Europeia da Cultura 2012). Primeiras exibições na Cinemateca.


Sala M. Félix Ribeiro | Seg. [12] 19:00

DA MEIA NOITE PRO’ DIA

de Vanessa Duarte
com António Abreu, António Correia, António José Martins, António Rato, Beatriz Monteiro, João Manuel Melo, Joaquim Garra, José Campos, Luís Manuel Pinto, Manuel Rebelo, Maria Donzília Faísca
Portugal, 2013 – 22 min

RETRATO DE INVERNO DE UMA PAISAGEM ARDIDA

de Inês Sapeta Dias
Portugal, 2008 – 40 min

A SALIVA DO LOBO

de Joana Torgal, Rodolfo Pimenta
Portugal, 2010 – 55 min

duração total da projecção: 117 min | M/12

A SALIVA DO LOBO

Paisagens com traços de vidas e do tempo: DA MEIA NOITE PRO’ DIA (primeira exibição na Cinemateca), de Vanessa Duarte, traz um olhar sobre a memória e as experiências de trabalhadores fabris na Covilhã nos seus espaços de trabalho abandonados, enquanto que RETRATO DE INVERNO DE UMA PAISAGEM ARDIDA, de Inês Sapeta Dias, lança-se sobre o tempo e os detalhes de uma paisagem viva e ardida. Por fim, A SALIVA DO LOBO traz-nos a mecânica e os sentidos vivos e humanos do espaço de uma mina e da extração de minério.


Sala M. Félix Ribeiro | Qua. [14] 19:00

GIGANTES DO DOURO

de André Valentim Almeida
Portugal, 2014 – 35 min

TRIÂNGULO DOURADO

de Miguel Clara Vasconcelos
com Sheylla Barros
Portugal, França, 2014 – 18 min

DOCUMENTO BOXE

de Miguel Clara Vasconcelos
com Jorge Pina
Portugal, 2005 – 53 min

duração total da projecção: 106 min | M/12

TRIÂNGULO DOURADO

GIGANTES DO DOURO, de André Valentim de Almeida, realizado para o Museu do Douro, é um retrato sobre cem anos de trabalho e de mudanças na vida dessa região. TRIÂNGULO DOURADO (Melhor Curta Portuguesa no Curtas Vila do Conde 2014), de Miguel Clara Vasconcelos, lança-se, por sua vez, nas memórias, viagens, e experiências pessoais de uma vida sobre o cruzamento de dois rios: o Sena e o Marne, em França. DOCUMENTO BOXE, do mesmo realizador, foca-se na vida, na preparação, e nas lutas do “boxeur” profissional Jorge Pina. Primeiras exibições na Cinemateca.


Sala M. Félix Ribeiro | Seg. [19] 19:00

PENÚMBRIA

de Eduardo Brito
Portugal, 2016 – 9 min

SILÊNCIO DE DOIS SONS

de Rita Figueiredo
Portugal, 2011 – 15 min

CINZAS, ENSAIO SOBRE O FOGO

de Pedro Flores
Portugal, 2012 – 18 min

A TORRE

de Nuno Lisboa
Portugal, 2008/2011 – 23 min

ÉTER

de vários realizadores
Portugal, 2010 – 20 min

duração total da projecção: 85 min | M/12

CINZAS, ENSAIO SOBRE O FOGO

PENÚMBRIA é a primeira realização de Eduardo Brito: um “falso documentário” sobre um lugar inexistente, de difícil acesso, e situado à beira do mar, com o mesmo nome, enquanto que SILÊNCIO DE DOIS SONS, de Rita Figueiredo, desvenda uma história secreta entre uma mãe e um filho e o sono de dois bebés. CINZAS, ENSAIO SOBRE O FOGO, de Pedro Flores, olha para a paisagem e a vida do Gerês, enquanto que A TORRE, de Nuno Lisboa, se foca nos corredores e nos depósitos da Biblioteca Nacional, antes de se encerrar a sessão com o filme coletivo ÉTER. Todos os filmes, à exceção de PENÚMBRIA e A TORRE, têm as suas primeiras exibições na Cinemateca.


Sala M. Félix Ribeiro | Ter. [20] 19:00

NOCTURNO

de João Nisa
Portugal, 2007 – 27 min

PINTURA HABITADA

de Joana Ascensão
com Helena Almeida
Portugal, 2006 – 50 min

duração total da projecção: 77 min | M/12

PINTURA HABITADA

NOCTURNO, de João Nisa, recria uma experiência temporal e visual a partir de planos fixos feitos sobre o espaço abandonado da antiga Feira Popular de Lisboa (primeira exibição na Cinemateca). PINTURA HABITADA, de Joana Ascensão (Melhor Longa Portuguesa no doclisboa 2006), é uma entrada privilegiada no processo de trabalho da artista e fotógrafa Helena Almeida: um encontro entre pintura, desenho, o corpo da artista, o seu atelier, e o resultado final em fotografia.


Sala M. Félix Ribeiro | Qua. [21] 19:00

MARY

de Pedro Maia
Portugal, 2010 – 12 min

PLANT IN MY HEAD

de Pedro Maia
com Rita Lino
Portugal, Alemanha, 2014 – 11 min

SEEMS SO LONG AGO, NANCY

de Tatiana Macedo
com John Mcquillan, Elizabeth Shuck, David Moore, Rose Cleary, Per Nielsen, Luna Bladon, Derek Jordan, Matthew Whitaker, Simon Taylor, Candy Lai, Robert Raynard, Yasin
Portugal, 2012 – 45 min

A TRAMA E O CÍRCULO

de Francisco Queimadela, Mariana Caló
Portugal, Itália, 2014 – 35 min

duração total da projecção: 103 min | M/12

A TRAMA E O CÍRCULO

MARY, de Pedro Maia, parte de um trecho de um filme pornográfico dos anos setenta, cuja atriz principal tem esse nome, para chegar a uma experimentação visual e sonora sobre as suas imagens. PLANT IN MY HEAD, do mesmo realizador, foca-se na ausência de alguém que amamos. Antes de A TRAMA E O CÍRCULO, uma experiência sobre o trabalho manual e a sua experiência empírica, Tatiana Macedo apresenta SEEMS SO LONG AGO, NANCY, um olhar sobre os vigilantes (e a vigilância) dos espaços de exposição do Museu Tate, em Londres. À exceção de A TRAMA E O CÍRCULO, todos os filmes têm as suas primeiras exibições na Cinemateca.


Sala M. Félix Ribeiro | Qui. [22] 19:00

AS ONDAS

de Miguel Fonseca
com Andreia Contreiras, Alice Contreiras
Portugal, 2012 – 21 min

REI INÚTIL

de Telmo Churro
com Barbara Valentina, Fernando Rebelo, Joana Feijó, Manuel Mozos, Pedro Neto
Portugal, 2013 – 25 min

À NOITE FAZEM-SE AMIGOS

de Rita Barbosa
com Andresa Soares, João Nicolau, José Manuel Mendes, Mariana Ricardo, Máximo Cardoso, Nuno Moura
Portugal, 2016 – 24 min

A RAPARIGA NO ESPELHO

de Pedro Fortes
com Andreia Bento, Núria Madruga, Paulo Pires
Portugal, 2003 – 23 min

duração total da projecção: 93 min | M/12

REI INÚTIL

AS ONDAS, de Miguel Fonseca, traz uma história de misteriosa cumplicidade entre duas irmãs gémeas, o mar, e uma doença que as une num mesmo elo. REI INÚTIL, de Telmo Churro, conta uma história de juventude e fantasia nos vestígios habitados de Lisboa, enquanto que em À NOITE FAZEM-SE AMIGOS, de Rita Barbosa, um grupo de amigos lança-se numa expedição antes de se ver preso na promessa de uma história encantada. Por fim, Pedro Fortes apresenta A RAPARIGA NO ESPELHO, onde ilusões e aparências tornam um estúdio de televisão num misterioso lugar. Todos os filmes, com a exceção de À NOITE FAZEM-SE AMIGOS, são primeiras exibições na Cinemateca.


Sala M. Félix Ribeiro | Sex. [23] 19:00

COMO AS SERRAS CRESCEM

de Maria João Soares
Portugal, 2010 – 28 min

O SABOR DO LEITE CREME

de Hiroatsu Suzuki e Rossana Torres
Portugal, 2013 – 74 min

duração total da projecção: 102 min | M/12

O SABOR DO LEITE CREME

COMO AS SERRAS CRESCEM (Melhor Curta Portuguesa no doclisboa 2010; primeira exibição na Cinemateca), de Maria João Soares, é um olhar sobre o processo de trabalho nas salinas. O SABOR DO LEITE CREME é o segundo filme assinado em dupla por Hiroatsu Suzuki e Rossana Torres: “Duas irmãs de 96 e 98 anos vivem numa velha casa no centro de Portugal, em frente da escola onde em tempos ensinaram. Os seus cuidados repartem-se entre a casa e o quintal. O seu quotidiano, sereno e sem pressas, é cheio de pequenos trabalhos e de memórias.”


Sala M. Félix Ribeiro | Seg. [26] 19:00

PAISAGEM

de Renata Sancho
Portugal, 2001 – 17 min

OS GIRASSÓIS ESPERAM POR TI TODOS OS DIAS

de Renata Sancho
com Paula Garcia
Portugal, 2015 – 6 min

RASTILHO DA MEMÓRIA

de Renata Sancho
Portugal, 2015 – 6 min

BÉTAIL

de Joana Sousa
Portugal, 2014 – 26 min

GENTE DO MAR

de Dânia Lucas
Portugal, 2007 – 30 min

duração total da projecção: 85 min | M/12

PAISAGEM

Em PAISAGEM, Renata Sancho faz uma incursão nas paisagens do romance Finisterra: Paisagem e Povoamento de Carlos de Oliveira, enquanto que, em OS GIRASSÓIS ESPERAM POR TI TODOS OS DIAS, Paula Garcia lê cartas encontradas num lote vago, antes de RASTILHO DA MEMÓRIA, da mesma realizadora, trazer-nos imagens que o fogo e o tempo tratam de arder. BÉTAIL, de Joana Sousa, é “um documentário experimental sobre o entrelaçamento de corpos e vidas numa exploração bovina”, enquanto que GENTE DO MAR, de Dânia Lucas, filma os homens que dependem dessas águas para sobreviverem.


Sala M. Félix Ribeiro | Qua. [28] 19:00

RAMPA

de Margarida Lucas
com Gonçalo Pereira, Guilherme Dores, Margarida Esteves
Portugal, 2015 – 17 min

TENHO UM ROSTO PARA SER AMADO

de Francisco Valente
com Bernardo Nabais, Maria Leite
Portugal, 2015 – 21 min

MOTU MAEVA

de Maureen Fazendeiro
França, Portugal, 2014 – 42 min

duração total da projecção: 80 min | M/12

MOTU MAEVA

RAMPA, de Margarida Lucas (Melhor Realizadora no Curtas Vila do Conde 2015), traz uma história de crescimento e de dor de uma jovem rapariga obrigada a adaptar-se a uma nova realidade social. TENHO UM ROSTO PARA SER AMADO, de Francisco Valente, olha para a memória de um amor perdido e a sua recusa em morrer nas imagens de Lisboa, enquanto que MOTU MAEVA (primeira exibição na Cinemateca), de Maureen Fazendeiro (Melhor Curta Portuguesa no doclisboa 2014), traz as recordações de Sonja, “uma aventureira do século XX a viver numa ilha que construiu sozinha”.


Sala M. Félix Ribeiro | Sex. [30] 19:00

ADORMECIDO

de Paulo Abreu
Portugal, 2012 – 12 min

BARBA

de Paulo Abreu
Portugal, 2011 – 22 min

A BATALHA DE TABATÔ

de João Viana
com João Viana, Mamadu Baio, Fatu Djebaté, Imutar Djebaté
Guiné-Bissau, Portugal, 2013 – 78 min

duração total da projecção: 112 min | M/12

A BATALHA DE TABATÔ

O realizador Paulo Abreu tem sido, nos últimos anos, um dos agentes mais relevantes no desenvolvimento do cinema experimental e do trabalho feito em película. A abrir a sessão, os seus trabalhos ADORMECIDO e BARBA (primeiras exibições na Cinemateca) introduzem a última longa-metragem de João Viana, uma viagem musical e política numa aldeia da Guiné-Bissau: A BATALHA DE TABATÔ (Menção Especial no Festival de Berlim de 2013).


Sala M. Félix Ribeiro | Qui. [3 de julho] 18:30

DEBATE

Chegando ao termo deste Ciclo apresentado ao longo de quatro meses, será realizado no início do mês seguinte – a 3 de julho – um último debate para o qual se chama desde já a atenção. Neste encontro final (que voltará a ocorrer na Sala M. Félix Ribeiro) estarão de novo presentes realizadores de obras projetadas ao longo de todo o ciclo, além de outros convidados a anunciar. Tema único: o presente e o futuro próximo do cinema português.

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